22 de julho de 2012
16 de julho de 2012
Peregrinos iniciam sua caminhada para a Festa de Sant´Ana
A Caravana "Ilton de Souza Pacheco", dos
Peregrinos de Sant´Ana, iniciaram hoje, 16 de julho, sua caminhada para participar
da Festa de Sant´Ana, saindo da cidade de Currais Novos às 5 horas da manhã. Os
Peregrinos chegarão à Caicó na próxima quarta-feira, dia 18 de julho, quando
serão acolhidos às 17 horas no Marizão pelo Sr. Prefeito Municipal e
representantes da paróquia de Sant´Ana. Em seguida, todos irão em caminhada até
o centro da cidade de Caicó onde haverá concentração de todas as imagens
peregrinas que visitaram a zona urbana e rural do município de Caicó. Em frente
à Catedral de Sant´Ana será celebrada a Santa Missa em ação de graças por todas
as famílias que realizaram em seus lares os encontros de oração em preparação
para a Festa de Sant´Ana.
O que é
peregrinar?
Vários nomes são dados ao ato de reunir um povo, um
grupo e juntos caminharem com um objetivo: Estar mais perto do Senhor. Em nosso
Brasil, as tão conhecidas romarias, excursões religiosas, passeios de grupos
ligados à Igreja, que ouvimos falar, se resumem nesta palavra: PEREGRINAR. Se
observarmos na Bíblia, os profetas, os salmistas e muitos outros trechos do
Antigo Testamento, veremos que eles nos falam muito de peregrinação. Era o povo
de Deus que caminhava unido, ora rumo à cidade santa ora para os lugares
sagrados, o templo, entre outros. Vejamos alguns exemplos:
Todos nós nos lembramos da grande peregrinação que
o povo de Deus fez durante os 40 anos pelo deserto, junto com Moisés. Nada lhes
faltava. Havia a alegria da providência ao longo do caminho, mas também, a
murmuração.
O que falar do salmista que nos narra a alegria que
era quando ia para a casa do Senhor: “Que alegria quando me disseram, vamos
para casa do Senhor: Eis que meus pés se estacam diante de tuas portas, oh Jerusalém”
(Salmo 121, 1- 2).
Era uma alegria para o povo sair em caravana,
partilhar uns com os outros seus pertences e “marchar” rumo à cidade santa,
Jerusalém. A ela acorriam povos de todas as partes. Ainda hoje é assim.
Saindo do Velho e passando para o Novo Testamento,
vemos que o próprio Jesus também era um peregrino. Seguido das tradições e das
leis, vemos a ida d’Ele ao templo com seus pais. Como um bom judeu, saía da
Galiléia em “peregrinação” e ia até a Judéia (Jerusalém) comemorar as grandes
festas solenes: PÁSCOA, PENTENCOSTES, TABERNÁCULOS, entre outros.
Vendo tudo isso, podemos afirmar que peregrinar
está no “sangue” do povo de Deus, desde os tempos remotos até os nossos dias. E
um bom exemplo de peregrino dos nossos dias é o nosso saudoso e querido Papa
João Paulo II, que, entre os vários títulos, recebeu o nome de “peregrino do
amor”. Aquele que portava o amor e a paz por onde passava. O Papa que mais
peregrinou na história da Igreja e que incentivava a todos os fiéis cristãos a
também peregrinarem, seja para a Terra Santa, o lugar por excelência de
peregrinação, seja aos santuários espalhados pelo mundo inteiro.
Peregrinar não é só viajar, tirar férias, passear
com o povo da Igreja. Peregrinar tem um sentido maior: É levar algo ou acolher
algo. Deus quer que o povo d’Ele peregrine e tem um plano para realizar na vida
daqueles que são escolhidos para isso. Eu sempre falo aos grupos que vêm à
Terra Santa, os quais acompanho: “Não pensem que vocês vieram aqui porque
planejaram; porque tinham dinheiro ou porque estavam de férias. Também foi por
isso. Mas, o motivo principal foi porque Deus escolheu cada um para estar aqui.
Muitas vezes, vocês não entendem o porquê. Mas, depois vêem as graças que Deus
realizou em suas vidas ou na vida dos irmãos da peregrinação”.
E quando falo que Deus quer que sejamos peregrinos,
quero lembrar que a palavra “peregrinação” também tem o sentido de que aqui
neste mundo somos eternos peregrinos. Estamos aqui só de passagem, porque
rumamos em direção ao céu, pois lá é o nosso lugar.
Quando Deus nos criou, Ele deu para cada um de nós
um plano para realizarmos aqui na terra, e precisamos executá-lo bem; mas,
tendo em mente que a nossa meta é o céu. Tudo que aqui temos ou construímos,
acabará, passará. Por isso, não devemos ser apegados a nada deste mundo, mas
deixar tudo pelo Tudo. E o nosso Tudo é Jesus Cristo. Ele é nossa meta. Então,
corramos para Ele! E enquanto não estamos com Ele no céu, vamos usufruir das
maravilhas que Ele nos concede. Sabendo que nada é para sempre. Devemos
peregrinar, nesta terra, nos lugares por onde podemos tocar o Deus vivo e
vivido.
Deus quer ver você peregrinando, seja para acolher
ou para dar algo. Ele escolhe você hoje pessoalmente. Ele providenciará tudo. E
você poderá cantar como o salmista: “Que alegria quando me disseram vamos à
casa do Senhor. Que maravilhas Ele faz aos nossos olhos!”.
Fonte: Comunidade Obra de Maria
11 de julho de 2012
Um coração cheio de Deus: A conversão autêntica é inseparável da alegria
“Quando alguém tem o coração puro e unido a Deus,
sente em si mesmo uma suavidade e uma doçura que inebriam e uma luz maravilhosa
que o envolve”. (Santo Cura d’Ars (1))
São Pedro Apóstolo, de forma magistral, nos
aconselha: “Santificai Cristo em vossos corações” (1Pd 3,15). Sim, quando nosso
coração está santificado e pronto para entronizar Cristo como Senhor (1Pd
3,15), a nossa vida está totalmente pronta para viver a alegria de Jesus (Lc
6,45).
Em nosso coração não há espaço para outra coisa
senão para o amor de Jesus (Jo 14,21) que nos é derramado pelo Espírito Santo
(Rm 5,5). Desse modo, temos um novo coração (Ez 36,26) cheio de uma alegria que
ninguém pode tirar de nós (Jo 16,22).
Alguém da sua casa, do seu círculo de amizades, do
seu trabalho, ou da sua escola já perguntou o motivo da esperança e da alegria
que você tem demonstrado (1Pd 3,15)? Você acha estranha esta pergunta? Saiba
que a nossa vida em Cristo e o nosso amor por Ele não conseguem ser mantidos
apenas dentro do nosso coração santificado, pois eles se avolumam e extravasam
pelo nosso corpo todo. Essa alegria transbordante flui por meio de nós (cf. Jo
7,38; 4,14) e vai contagiar esse mundo triste, ressequido e carente das águas
vivificantes do Espírito Santo (cf. S1 63,2).
Amados irmãos e irmãs, vamos santificar Jesus em
nossos corações (cf. 1Pd 3,15). Vamos dar testemunho, com nossas palavras e com
nossas ações, da alegria que há em nossos corações (Lc 6,45). Vamos motivar as
pessoas a buscar Jesus e encontrar a Sua alegria (Fm 20).
“Para São João Bosco, a conversão autêntica
é inseparável da alegria; nem pode ser diferente, pois consiste em acolher
Jesus e o Seu Santo Evangelho de que Deus é o nosso Pai e nos ama para
sempre”.
Fonte: canção nova
10 de julho de 2012
Acolhemos o chamado de Cristo quando fazemos tudo por amor
Evangelho (Mateus 9,32-38)
Terça-Feira, 10 de Julho de 2012
14ª Semana Comum
Acolhemos o chamado de Cristo quando fazemos tudo
por amor
Jesus vinha fazendo muitos milagres, salvando as
pessoas de doenças e de suas dores e, ao mesmo tempo, despertando a fé daquele
povo que estava adormecido para as coisas do Pai. Durante a caminhada, naquele
dia, encontra-se com uma multidão que lhe apresenta uma pessoa surda e possessa
pelo demônio. Jesus expulsa o demônio e a pessoa passa a ouvir e falar
normalmente. O povo fica cada vez mais admirado com todas as maravilhas que Ele
fazia.
Ontem, como hoje, vemos muita gente sempre
esperando que o Senhor repita milagres e mais milagres na sua vida, para que
possam manter acesa a sua fé. Hoje, sabemos tudo sobre o plano de salvação que
Ele trouxe como Sua missão: salvar um povo de “cabeça dura”.
“Cabeça dura”, muitas vezes, não por conta própria,
mas porque eles estavam aflitos e abandonados, como ovelhas sem pastor. Assim,
Jesus vem reinstalar – com Sua vida, com Sua Paixão, Morte e, principalmente,
com a Sua Ressurreição – o Reino do Pai, novamente baseado no amor e suas
consequências, ou seja, no perdão, na doação, na honra, na verdade, na
felicidade e na responsabilidade assumida por cada filho Seu, gerado aqui na
Terra. Mas, nem tudo foi um “mar de rosas” para Ele, pois os fariseus diziam:
“É pelo poder do príncipe dos demônios que ele expulsa os demônios”.
Nos dias atuais, Jesus continua Sua missão conforme
Sua promessa em nosso meio. Sempre nos guiando e nos guardando para que sejamos
felizes e, pedindo-nos, como naqueles dias, que fortaleçamos o Reino do Pai
aqui na Terra: “A messe é grande, mas, os trabalhadores são poucos. Rogai ao
Senhor da messe, que mande mais operários para a sua messe”.
Só que o povo, tão evoluído com as coisas
materiais, esqueceu-se de vigiar, cada um, a sua vida, o dom recebido do Pai
amoroso, para que ela não se perca; para que ela [vida] seja sempre mais uma
realização da bondade do Criador, vivendo-a como um meio para ajudar na sua
salvação e na salvação dos outros irmãos.
Muitos são os que precisam mudar de vida para
reencontrar-se com o Pai, transmitindo aos que o cercam só o amor, o bem e a
fraternidade, orando e agindo em nome de Deus no trabalho da messe. Não
esperemos como muitos que vivem ao bel prazer, uma vida egoísta, ignorando a
dor e o sofrimento de tantos à nossa volta durante a nossa caminhada. Achando
que a fortuna e tudo o que é material que acumulamos nos bastam. De repente,
fica-se doente; de repente um mal incurável, que pode atingir a qualquer um,
com ou sem dinheiro.
Nós acolhemos o chamado de Cristo quando fazemos
tudo por amor. A vivência desse amor anima as pessoas enfraquecidas, cansadas e
sem perspectiva. O amor vence o ódio e expulsa dos corações a intriga, a
divisão, a incompreensão. Se fizermos como Jesus fez, estaremos sendo
trabalhadores da Sua messe. Quanto mais nós nos apresentarmos à vinha do
Senhor, mais “surdos e mudos” serão curados.
Você já se sente liberto (a) do demônio que
paralisa os lábios do homem? Você conhece quando as pessoas à sua volta estão
desanimadas e sem esperança? O que você diz a elas? Você tem ajudado a alguém
pelo menos escutando e acolhendo? Você se considera trabalhador na messe de
Cristo? Em que você tem empregado o seu tempo livre? Senão, o tempo é este e a
hora é agora. Respondendo ao chamado de Jesus, levante-se e vá anunciar a cura,
a libertação, a paz e o amor de Deus no coração dos seus irmãos que, como
ovelhas sem pastor, caminham para a perdição.
Padre Bantu Mendonça - Canção Nova
Assinar:
Postagens (Atom)


























































