28 de maio de 2012
24 de maio de 2012
Missão da Igreja é levar o homem a uma relação com Deus
A racionalidade científica tende a uniformizar o
mundo e surge, às vezes de maneira confusa, um singular e crescente
questionamento sobre a espiritualidade e o sobrenatural, o que, segundo o Papa
Bento XVI, é sinal de uma inquietude que habita no coração do homem que não se
abre ao horizonte crescente de Deus.
Ao se encontrar nesta quinta-feira, 24, com os
participantes da Assembleia Geral da Conferência Episcopal Italiana, o
Pontífice destacou que a situação de secularismo caracteriza, sobretudo, as
sociedades de antiga tradição cristã e corrói aquele tecido cultural capaz de
abraçar toda a existência humana.
“O patrimônio espiritual e moral no qual o ocidente
aprofunda suas raízes e que constitui sua força vital, hoje não é mais um valor
profundo. Isso se reflete na diminuição da prática religiosa. Tantos batizados
perderam a identidade e a afiliação, não conhecem os conteúdos essenciais da fé
ou pensam ser capazes de cultivá-la sem a mediação eclesial”, ressaltou.
Enquanto muitos olham com dúvida as verdades
ensinadas pela Igreja, outros reduzem o Reino de Deus a alguns grandes valores,
que têm certamente a ver com o Evangelho, mas, como reforça o Papa, ainda não
são o núcleo da fé cristã.
“O Reino de Deus é dom que nos transcende. Como afirmava
o beato João Paulo II, ‘o Reino de Deus não é um conceito, uma doutrina, um
programa sujeito à livre elaboração, mas é, acima de tudo, uma Pessoa que tem o
nome e o rosto de Jesus de Nazaré, imagem do Deus invisível’”, disse o Papa.
Infelizmente, o Santo Padre reconhece que o próprio
Deus foi excluído do horizonte de muitas pessoas e o discurso sobre Deus ainda
está relegado no âmbito subjetivo, reduzido a um fato íntimo e privado,
marginalizado pela consciência pública.
“Num tempo no qual Deus se tornou para muitos o
grande Desconhecido e Jesus simplesmente um grande personagem do passado, não
haverá um relançamento da ação missionária sem o renovamento da qualidade da
nossa fé e da nossa oração; não sermos capazes de oferecer respostas adequadas
sem um novo acolhimento do dom da Graça; não saberemos conquistar os homens
pelo Evangelho sem tornar nós os primeiros a aprofundar a experiência com
Deus”, enfatizou.
Bento XVI salienta que a missão da Igreja foi e
sempre será a de levar os homens e as mulheres à uma relação com Deus,
ajudá-los a compreender que cumprir a vontade de Deus não é um limite à
liberdade, mas torna-os realmente livres.
“Deus é grande, não é concorrente da nossa
felicidade, e ao encontrar o Evangelho – e aqui a amizade com Cristo – o homem
experimenta ser objeto de um amor que purifica, aquece e renova, e torna capaz
de amar e servir o homem com amor divino”,
destaca o Papa.
Fonte: Canção Nova
11 de maio de 2012
Ser mãe é padecer no paraíso - Maternidade, um dom que vem do céu
Tantas vezes ouvi este ditado e, hoje, quero
manifestar a minha interpretação sobre ele. Será que isso é ruim? A expressão
padecer traz esta conotação negativa, pesada, mas, na verdade, não é bem assim…
As mães vivem um certo desconforto desde a gestação
(enjoos, azia, inchaço). No parto com suas dores próprias, depois nos primeiros
dias a adaptação e interpretação do choro do bebê, o sono, o cansaço. São
situações reais que parecem eternas pela intensidade, mas, de repente, passam…
E alguns meses depois, o padecimento é outro: voltar ao trabalho e deixar o
filho, afinal ninguém vai saber cuidar do filho como a mãe. Doce ilusão!
Mais adiante, a entrada na escola. “Quem será o
professor?”, “Será que vai acompanhar a aula?”, “O que vai comer no lanche?”,
“Quem serão os colegas?” “E se alguém bater no meu filho?” Nós insistimos em
viver a vida dos filhos e, com isso, “padecemos”, pois não temos o mesmo
entendimento das crianças. E quando chega a adolescência? Nossa! Aí entra outra
fase. Só mudam as preocupações, filho criado, trabalho dobrado…
Mas e aquilo que plantamos na educação deles? Não
valeu a pena? As mães de hoje são, na sua maioria, frutos da geração de
transição do feminismo e do sexo, drogas e rock'n roll. Achar o equilíbrio não
é fácil. Anterior a nós houve a geração de pais que acreditavam que a liberdade
era a melhor opção de educação para os filhos vivendo o “é proibido proibir”.
Hoje já percebemos que os limites são necessários
na formação de qualquer ser humano. E por isso, às vezes, dar um “não” ao filho
chega a ser um padecimento, pois sabemos que ele(a) queria muito tal coisa ou
tal situação, mas percebemos que não é o melhor naquele momento, e isso gera um
certo desconforto no relacionamento entre mãe e filho(a).
Aí mais do que padecer é compadecer, é sofrer, pois
apesar de estarmos conscientes da decisão tomada não gostamos de ver nosso(a)
filho(a) triste. E mais uma vez, apesar de toda intensidade, veremos que isso
também vai passar!
Assim como nós que, hoje, neste papel de mãe,
reconhecemos e aceitamos a postura que as nossas mães tiveram conosco. E
pensamos: “Elas estavam certas…” Olhando tudo isso parece que o ditado está
certo… ser mãe é padecer no paraíso. Agora é preciso dizer que tudo isso vale a
pena!
Veja bem: vale a pena e não valeu ou está valendo…
ser mãe vale por toda a vida? A presença, a realização, as conquistas, as
alegrias e as tristezas de um(a) filho(a) não têm preço. Este é o nosso
paraíso: a maternidade! As mães são capazes de abrir mão e renunciar a várias
coisas na vida, somente não conseguem renunciar a maternidade. Esta é
inegociável!
Parabéns a todas as mães, avós, tias, madrinhas,
sogras… que, de uma forma ou outra, são mães em nossas vidas!
Maria, Mãe de Jesus e da Igreja, nos ensine e
conduza na vivência da maternidade segundo o coração de Deus!
Carla Astuti - Comunidade Canção Nova
http://blog.cancaonova.com/temjeito
19 de abril de 2012
Palavra de Deus na pauta do segundo dia da Assembleia dos Bispos
Nesta
quinta-feira, 19/04, o segundo dia da 50ª Assembleia Geral dos Bispos do
Brasil (AG) vai focalizar o tema central deste encontro. A reflexão
sobre “A Palavra de Deus na vida e missão da Igreja” será feita em
harmonia com o documento final do Sínodo dos Bispos sobre o tema,
realizado em 2010, bem como continuar a reflexão iniciada pelos bispos
brasileiros na AG de 2010.
O tema vai ocupar boa parte da manhã do encontro, que será apresentado aos participantes e em seguida discutido nos grupos dos Regionais da CNBB. Também serão apresentados os trabalhos da Comissão Episcopal para a Tradução dos Textos Litúrgicos.
A parte da tarde será reservada para discussões de assuntos internos. Às 18 horas, será realizada a Sessão Jubilar da 50ª Assembleia Geral da CNBB. Esta solenidade será aberta à imprensa.
O tema vai ocupar boa parte da manhã do encontro, que será apresentado aos participantes e em seguida discutido nos grupos dos Regionais da CNBB. Também serão apresentados os trabalhos da Comissão Episcopal para a Tradução dos Textos Litúrgicos.
A parte da tarde será reservada para discussões de assuntos internos. Às 18 horas, será realizada a Sessão Jubilar da 50ª Assembleia Geral da CNBB. Esta solenidade será aberta à imprensa.
16 de abril de 2012
Bento XVI completa 85 anos de vida e 7 de pontificado
A Igreja no mundo inteiro tem três
intenções de oração especiais nos próximos dias. Nesta segunda-feira,
16/04, Bento XVI celebra 85 anos de vida. No dia 19/04, quinta-feira, é o
sétimo aniversário de sua eleição para sucessor do Apóstolo Pedro, e o
início do pontificado em 24/04, terça-feira.
Em seu editorial semanal, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé,
da Rádio Vaticano e do Centro Televisivo Vaticano, Padre Federico
Lombardi, recordou a expectativa que existia na Igreja há sete anos,
quando o cardeal Ratzinger foi eleito papa: “um teólogo que por tanto
tempo dirigiu um dicastério tão doutrinal saberia assumir uma tarefa tão
diferente: o governo pastoral da Igreja universal”.“Nestes sete anos, vimos 23 viagens internacionais a 23 países, e 26 viagens na Itália; assistimos 4 Sínodos dos Bispos e 3 Jornadas Mundiais da Juventude; lemos três Encíclicas, inúmeros discursos e atos magisteriais; participamos de um Ano Paulino e de um Ano Sacerdotal. Por fim, vimos o Papa enfrentar com coragem, humildade e determinação – ou seja, com límpido espírito evangélico – situações difíceis como a crise consequente aos abusos sexuais”, avalia Lombardi.
Ele recorda também a produção intelectual do cardeal Ratzinger, com as obras “Jesus de Nazaré” e o livro-entrevista “Luz do mundo”. “Da coerência e da constância de seus ensinamentos, aprendemos sobretudo que a prioridade de seu serviço à Igreja e à humanidade é orientar nossas vidas a Deus”, afirma padre Lombardi, que recorda os próximos eventos importantes da agenda do papa: o Encontro Mundial das Famílias, a visita ao Oriente Médio, o próximo Sínodo da Nova Evangelização e o Ano da Fé.
O porta-voz da Santa Sé também destacou o tom do discurso do papa em seu pontificado, contrário ao relativismo e à indiferença religiosa. “A fé e a razão se ajudam mutuamente na busca da verdade e respondem às expectativas e dúvidas de cada um de nós e de toda a humanidade; que a indiferença a Deus e o relativismo são riscos gravíssimos de nossos tempos. Somos imensamente gratos por tudo isso”.
Na oração do Regina Caeli deste Segundo Domingo da Páscoa, Bento XVI pediu aos fiéis que rezem por ele, para que o Senhor lhe dê as forças necessárias para cumprir a missão. O irmão do papa, Monsenhor George Ratzinger, que vive na Alemanha, está no Vaticano para acompanhar as celebrações destes dias.
Fonte: CNBB
9 de abril de 2012
1 de abril de 2012
Significado das Celebrações da Semana Santa
Domingo de Ramos
O Domingo de Ramos dá início à Semana Santa e lembra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, aclamado pelos judeus. A Igreja recorda os louvores da multidão cobrindo os caminhos para a passagem de Jesus, com ramos e matos proclamando: “Hosana ao Filho de David. Bendito o que vem em nome do Senhor”. (Lc 19, 38 – MT 21, 9). Com esse gesto, portando ramos durante a procissão, os cristãos de hoje manifestam sua fé em Jesus como Rei e Senhor.
Quinta-feira Santa
Hoje celebramos a Instituição do Sacramento da Eucaristia. Jesus, desejoso de deixar aos homens um sinal da sua presença antes de morrer, instituiu a eucaristia. Na Quinta-feira Santa, destacamos dois grandes acontecimentos:
Bênção dos Santos Óleos
Bênção dos Santos Óleos
Não se sabe com precisão, como e quando teve início a bênção conjunta dos três óleos litúrgicos. Fora de Roma, esta bênção acontecia em outros dias, como no Domingo de Ramos ou no Sábado de Aleluia. O motivo de se fixar tal celebração na Quinta-feira Santa deve-se ao fato de ser este último dia em que se celebra a missa antes da Vigília Pascal. São abençoados os seguintes óleos:
Óleo do Crisma – Uma mistura de óleo e bálsamo, significando plenitude do Espírito Santo, revelando que o cristão deve irradiar “o bom perfume de Cristo”. É usado no sacramento da Confirmação (Crisma) quando o cristão é confirmado na graça e no dom do Espírito Santo, para viver como adulto na fé. Este óleo é usado também no sacramento do sacerdócio, para ungir os “escolhidos” que irão trabalhar no anúncio da Palavra de Deus, conduzindo o povo e santificando-o no ministério dos sacramentos. A cor que representa esse óleo é o branco ouro.
Óleo dos Catecúmenos – Catecúmenos são os que se preparam para receber o Batismo, sejam adultos ou crianças, antes do rito da água. Este óleo significa a libertação do mal, a força de Deus que penetra no catecúmeno, o liberta e prepara para o nascimento pela água e pelo Espírito. Sua cor é vermelha.
Óleo dos Enfermos – É usado no sacramento dos enfermos, conhecido erroneamente como “extrema-unção”. Este óleo significa a força do Espírito de Deus para a provação da doença, para o fortalecimento da pessoa para enfrentar a dor e, inclusive a morte, se for vontade de Deus. Sua cor é roxa.
Instituição da Eucaristia e Cerimônia do Lava-pés
Com a Missa da Ceia do Senhor, celebrada na tarde de quinta-feira, a Igreja dá início ao chamado Tríduo Pascal e comemora a Última Ceia, na qual Jesus Cristo, na noite em que vai ser entregue, ofereceu a Deus-Pai o seu Corpo e Sangue sob as espécies do Pão e do Vinho, e os entregou para os Apóstolos para que os tomassem, mandando-lhes também oferecer aos seus sucessores. Nesta missa faz-se, portanto, a memória da instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. Durante a missa ocorre a cerimônia do Lava-Pés que lembra o gesto de Jesus na Última Ceia, quando lavou os pés dos seus apóstolos. O sermão desta missa é conhecido como sermão do Mandato ou do Novo Mandamento e fala sobre a caridade ensinada e recomendada por Jesus Cristo. No final da Missa, faz-se a chamada Procissão do Translado do Santíssimo Sacramento ao altar-mor da igreja para uma capela, onde se tem o costume de fazer a adoração do Santíssimo durante toda à noite.
Sexta-feira Santa
Celebra-se a paixão e morte de Jesus Cristo. O silêncio, o jejum e a oração devem marcar este dia que, ao contrário do que muitos pensam, não deve ser vivido em clima de luto, mas de profundo respeito diante da morte do Senhor que, morrendo, foi vitorioso e trouxe a salvação para todos, ressurgindo para a vida eterna. Às 15 horas, horário em que Jesus foi morto, é celebrada a principal cerimônia do dia: a Paixão do Senhor. Ela consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da cruz e comunhão eucarística. Depois deste momento não há mais comunhão eucarística até que seja realizada a celebração da Páscoa, no Sábado Santo.
Ofício das Trevas
Trata-se de um conjunto de leituras, lamentações, salmos e preces penitenciais. O nome surgiu por causa da forma que se utilizava antigamente para celebrar o ritual. A igreja fica às escuras tendo somente um candelabro triangular, com velas acesas que se apagam aos poucos durante a cerimônia.
Sermão das Sete Palavras
Lembra as últimas palavras de Jesus, no Calvário, antes de sua morte. As sete palavras de Jesus são: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem…”, “Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso”, “Mulher, eis aí o teu filho… Eis aí a tua Mãe”, “Tenho Sede!”, “Eli, Eli, lema sabachtani? – Meus Deus, meus Deus, por que me abandonastes?”, “Tudo está consumado!”, “Pai, em tuas mãos entrego o meu Espírito!”. Neste dia, não se celebra a Santa Missa. Por volta das 15 horas celebra-se nas igrejas católicas a Solene Ação Litúrgica comemorativa da Paixão e Morte de Jesus Cristo. À noite as paróquias fazem encenações da Paixão de Jesus Cristo com o Sermão do Descendimento da Cruz e em seguida a Procissão do Enterro, levando o esquife com a imagem do Senhor morto.
Sábado Santo
No Sábado Santo ou Sábado de Aleluia, a principal celebração é a “Vigília Pascal”.
Vigília Pascal
Inicia-se na noite do Sábado Santo em memória da noite santa da ressurreição gloriosa de Nosso Senhor Jesus Cristo. É a chamada “A mãe de todas as santas vigílias”, porque a Igreja mantém-se de vigília à espera da vitória do Senhor sobre a morte. Cinco elementos compõem a liturgia da Vigília Pascal: a benção do fogo novo e do círio pascal; a proclamação da Páscoa, que é um canto de júbilo anunciando a Ressurreição do Senhor; a liturgia da Palavra, que é uma série de leituras sobre a história da Salvação; a renovação das promessas do Batismo e, por fim, a liturgia Eucarística.
Domingo de Páscoa
A palavra páscoa vem do hebreu Peseach e significa “passagem”. Era vivamente comemorada pelos judeus do antigo testamento. A Páscoa que eles comemoram é a passagem do mar Vermelho, que ocorreu muitos anos antes de Cristo, quando Moisés conduziu o povo hebreu para fora do Egito, onde era escravo. Chegando às margens do Mar Vermelho, os judeus, perseguidos pelos exércitos do faraó teriam de atravessá-lo às pressas. Guiado por Deus, Moisés levantou seu bastão e as ondas se abriram, formando duas paredes de água, que ladeavam um corredor enxuto, por onde o povo passou. Jesus também festejava a Páscoa. Foi o que Ele fez ao cear com seus discípulos. Condenado à morte na cruz e sepultado, ressuscitou três dias após, num domingo, logo depois da Páscoa judaica. A ressurreição de Jesus Cristo é o ponto central e mais importante da fé cristã. Através da sua ressurreição, Jesus prova que a morte não é o fim e que Ele é, verdadeiramente, o Filho de Deus. O temor dos discípulos em razão da morte de Jesus na Sexta-Feira transforma-se em esperança e júbilo. É a partir deste momento que eles adquirem força para continuar anunciando a mensagem do Senhor. São celebradas missas festivas durante todo o domingo.
A data da Páscoa
A fixação das festas móveis decorre do cálculo que estabelece o Domingo da Páscoa de cada ano, assim: A Páscoa deve ser celebrada no primeiro domingo após a primeira lua cheia que segue o Equinócio da Primavera, no Hemisfério Norte (21 de março). Se esse dia ocorrer depois do dia 21 de abril, a Páscoa será celebrada no domingo anterior. Se, porém, a lua cheia acontecer no dia 21 de março, sendo domingo, será celebrada de 25 de abril. A Páscoa não acontecerá nem antes de 22 de março, nem depois de 25 de abril. Conhecendo-se a data da Páscoa, conheceremos a das outras festas móveis.
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